terça-feira, 15 de abril de 2014

Homenagem da Frente Integralista Brasileira ao ilustre ijuiense e político Alberto Hoffmann, in memoriam...



 Faleceu, na cidade de Porto Alegre-RS, no último dia 09 de janeiro de 2014, aos noventa e três anos de idade, o nosso ínclito companheiro Alberto Hoffmann, que foi e é, sem dúvida alguma, um dos mais notáveis vultos não apenas da denominada segunda geração integralista, mas de todo o Integralismo, assim como um dos mais ilustres expoentes da comunidade teuto-brasileira e um dos mais virtuosos, honrados e íntegros políticos patrícios.
Foi no Município de Ijuí, no interior rio-grandense, que, aos trinta dias do mês de novembro do ano de 1920, nasceu este grande homem público gaúcho e brasileiro, que tão alto ergueu o auriverde Pavilhão Nacional e a bandeira azul e branca do Sigma. Filho primogênito de Henrique Luiz Hoffmann e de Maria Magdalena Bohn Hoffmann, Alberto herdou de seus antepassados oriundos da Alemanha todos os valores que, no dizer de Jorge Wolfgang Globig, Presidente da Federação dos Centros de Cultura Alemã no Brasil (FECAB), já falecido, “caracterizam os teuto-brasileiros”, a saber, o amor à Pátria e à Família, a grande dedicação ao trabalho e ao estudo e a profunda religiosidade [1].
Cresceu, assim como os irmãos Ervino, Edgar e Léo, também já falecidos,  na Fazenda Frutífera Ijuiense, fundada pelo pai e ainda hoje pertencente a seus descendentes, atualmente sob a denominação de Floricultura Hoffmann. Fez o curso primário na escola municipal do travessão Linha Dois, em Ijuí, se recordando, com muita emoção, até o fim de sua longa existência, da primeira professora, D. Dinorah Klever. Mais tarde estudou dois anos no Colégio Santo Alberto, dirigido pelos padres palotinos e situado na localidade de Serra Cadeado, hoje Município de Augusto Pestana. Em 1935 começou a cursar, como aluno interno, o Ginásio Cristo Redentor, dos irmãos maristas, na Municipalidade de Cruz Alta. Nos anos de 1937 e 1938, estudou em Lageado, na Escola Técnica de Comércio, também dirigida pelos irmãos maristas e na qual, em dezembro de 1938, se formou guarda-livros, profissão que depois passou a se denominar contador.
 Posteriormente, na Capital Gaúcha, aproveitando a lei de habilitação dos economistas, realizou exame de provisionamento oral e escrito e, aprovado, recebeu o diploma de economista em 1959.
 Em 1939, começou a trabalhar na agência de Ijuí do Banco Pfeiffer de Lageada, depois sucedido pelo Banco Industrial e Comercial do Sul e pelo Banco Sul-Brasileiro. Mais tarde, trabalhou no Banco da Província e em uma indústria local, do mesmo modo que, dentro de suas possibilidades de tempo, colaborou com o pai na Fazenda Frutífera Ijuiense.
 Casou-se, aos 14 de fevereiro de 1942, com Adelina Rieger, com quem teve quatro filhos: Ana Maria, engenheira química, casada com o também engenheiro químico Wilson Bussacos; Ademar, engenheiro metalúrgico, casado com a professora Ana Maria Mattioli Leite, natural de Minas Gerais; Alice, odontologista, casada com o médico Hélio Paulo Nunes; Anneliese, médica, casada com o também médico Antônio Carlos Kruel Pütten.
 Nos onze anos em que, após se haver formado guarda-livros, residiu em Ijuí, cidade de que é, inegavelmente, o filho mais ilustre, Alberto Hoffmann participou ativamente, como observou Hugo Hammes, da vida social, econômica e política de sua cidade natal, havendo sido, dentre outras coisas, Secretário da Associação Comercial local e Presidente da Sociedade Ginástica Ijuí [2].
Após o ocaso do denominado Estado Novo, Alberto Hoffmann, que desde a mais tenra idade se interessara pela vida política e que estava firmemente decidido a nela ingressar, leu os programas dos diferentes partidos políticos e consultou amigos. Durante a passagem, por Ijuí, do Dr. Wolfram Metzler, ouviu ele o discurso deste grande médico, antigo membro da Ação Integralista Brasileira (AIB) e um dos principais líderes do Partido de Representação Popular (PRP) no Rio Grande do Sul. Havia lido e apreciado alguns livros de Plínio Salgado, principal doutrinador do Integralismo e Presidente do PRP, que adotara esta doutrina essencialmente cristã e brasileira, assim como a Carta de Princípios de tal agremiação política, escrita pelo autor de Vida de Jesus e de Psicologia da Revolução. Assim, ingressou no PRP, “cujo programa e doutrina”, na expressão de Hugo Hammes, “melhor se coadunavam com o seu pensamento e seus ideais” [3].
A Carta de Princípios do PRP tem, como salientou Hammes, os seguintes princípios básicos: “Deus, valor supremo, e subordinação da política aos preceitos espirituais; amparo à família; intangibilidade e liberdade da pessoa humana; consagração do regime democrático representativo [4], direito de propriedade, com o seu uso subordinado ao bem comum; independência e soberania do Brasil; dignidade do trabalho; fortalecimento do grupo profissional; defesa do municipalismo” [5].
 No mês de fevereiro de 1947, o diretório municipal do PRP de Ijuí escolheu Alberto Hoffmann como candidato a Prefeito, tendo João Carlos Azambuja como vice. Não foi eleito por pouco, perdendo para Joaquim Porto Vilanova por uma pequena margem de votos.
 Em 1950, foi eleito Deputado Estadual pelo PRP, havendo obtido, em seu município natal, “uma votação consagradora”, e, na região e no restante do Rio Grande do Sul, se beneficiado por haver feito “dobradinha” com Wolfram Metzler, grande defensor dos agricultores da região colonial e que foi candidato a Deputado Federal, havendo sido igualmente eleito. Em Santo Cristo, então distrito de Santa Rosa e hoje município autônomo, Metzler e Hoffmann alcançaram mais de 60% dos votos para a Câmara Federal e a Assembleia Legislativa, respectivamente [6].
 Hoffmann tomou posse como Deputado Estadual a 15 de março de 1951, tendo como companheiros de bancada do PRP os deputados Nestor Pereira, Helmuth Closs e Guido Mondin. Este último, que foi, além de político e industrial, um consagrado pintor e escritor, tornou-se um grande amigo de Hoffmann e retratou, em uma de suas pinturas, a propriedade rural de Luiz Henrique Hoffmann, pai de Alberto, havendo, ainda, dedicado ao amigo, correligionário e companheiro de ideais o poema Mate lavado, que, escrito em Brasília, fala com saudades do interior do Rio Grande do Sul e de seus costumes e tradições [7].
Em sua vida pública, como escreveu Hammes, Hoffmann frequentemente se serviu do rádio para a propagação das ideias e dos ideais que defendia. No tempo em que residiu em Ijuí, chegou a ter, com a colaboração de Ney Alberto Castro, um programa semanal na Rádio Santo Ângelo, do município gaúcho que leva este nome. Mais tarde, em Porto Alegre, assessorado por companheiros de ideal e pelo jornalista Segundo Brasileiro Reis, foi o responsável pelo programa Palestra com o Rio Grande, na Rádio Farroupilha. Em tal programa radiofônico, que permaneceu no ar por doze anos e contou com o valioso apoio do empresário Egon Renner, Hoffmann, além de expor o seu pensamento e os princípios da Doutrina Integralista e de transmitir as notícias do Partido de Representação Popular, prestava sempre contas de sua atividade parlamentar e de secretário de Estado [8].
Alberto Hoffmann exerceu, ao todo, três mandatos de Deputado Estadual: de 1951 a 1955; de 1955 a 1959 e de 1963 a 1967. Ocupou, inclusive, a presidência da Assembleia Legislativa gaúcha, entre 20 de abril de 1957 e 21 de abril de 1958, imprimindo dinâmico ritmo à administração e contando com o reconhecimento de seus pares e da comunidade rio-grandense [9]. Na qualidade de Presidente da Assembleia Legislativa, assumiu, interinamente, o cargo de Governador do Rio Grande do Sul [10], de 29 de maio a 08 de junho de 1957 e de 09 a 16 de dezembro do mesmo ano. Foi, ainda, Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul por cinco mandatos: de 1959 a 1963; de 1967 a 1971; de 1971 a 1975; de 1975 a 1979 e de 1979 a 1983.
Interrompeu Hoffmann suas atividades parlamentares em três oportunidades, a fim de exercer cargos no chamado Poder Executivo rio-grandense, a saber, aqueles de Secretário da Agricultura (1959-1961), no governo de Leonel Brizola; Secretário da Economia (1964), no segundo governo de Ildo Meneghetti, e de Secretário do Interior, Desenvolvimento e Obras Públicas (1980 a 1982), no governo de José Augusto Amaral de Souza.
 Por nomeação do Presidente da República, General João Baptista Figueiredo, após prévia aprovação do Senado, assumiu Hoffmann as funções de Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) aos 18 de maio de 1983. Entre as suas mais relevantes iniciativas como Ministro do TCU, podemos sublinhar a instituição de mecanismos para diminuir a burocracia na distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios e do Fundo de Participação dos Estados. Graças a ele, com efeito, o pagamento das contas passou a ocorrer no mesmo dia, por intermédio do Banco do Brasil, na totalidade do território nacional.
Foi Vice-Presidente do Tribunal de Contas da União em 1986 e 1987, cabendo-lhe, em 1989, o honroso cargo de Presidente de tal instituição, cargo este que deixou “consagrado”, na expressão do jornalista João Emílio Falcão, do Correio Braziliense. Segundo este, a administração de Hoffmann foi marcada pela presença cada vez maior do TCU na vida pública nacional, verificado no noticiário, e que se deveu ao fato de corresponder aos anseios da Sociedade pela moralização dos costumes [11].  
 Em 1982, contando com a indicação de convencionais liderados pelo Senador Tarso Dutra, Alberto Hoffmann foi candidato ao Senado da República pelo Partido Democrático Social (PDS), sucessor da Aliança Renovadora Nacional (ARENA), agremiação a que se filiara em 1966, após a extinção de todos os partidos políticos até então existentes e o início do bipartidarismo, com a ARENA, defensora dos ideais do Movimento Revolucionário de 31 de Março de 1964, e o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), que reunia os opositores do regime instalado pelo referido movimento cívico-político-militar. Teve como suplente a Professora Colorinda Sordi e como companheiro de sublegenda o Dr. Carlos Alberto Chiarelli, advogado e professor universitário. A soma de votos deu a cadeira do Senado a Chiarelli. Em 1990, já aposentado como Ministro do Tribunal de Contas da União, Hoffmann, na condição de primeiro suplente diplomado pela Justiça Eleitoral, tornou-se Senador, em razão de Chiarelli haver sido guindado ao cargo de Ministro da Educação e Cultura pelo Presidente da República, Fernando Collor de Mello, deixando vaga a cadeira na Câmara Alta.
 Senador entre 19 de abril de 1990 e 04 de dezembro do mesmo ano, destacou-se Hoffmann, antes e acima de tudo, pela defesa do Município, pugnando pela valorização das comunas brasileiras e pela maior participação destas na receita da União.
 Conforme assinalou Nelson Oscar de Souza, desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e professor universitário, foi Alberto Hoffmann um homem público que cultuou valores, valores estes colhidos “no convívio de uma Família cristã do interior gaúcho”, e que cresceu dia a dia, pelo trabalho, havendo a Pátria recolhido “os frutos de sua dedicação e de seus sacrifícios”. Em Deus, “fonte de todos os valores”, ainda na expressão do professor e magistrado rio-grandense, soube Hoffmann sempre confiar, Nele havendo, com efeito, sempre ancorado “o seu trabalho e a sua fé” [12].
 “Personalidade marcante”, foi Hoffmann, no dizer de Arlindo Mallmann, ex-Presidente da FECAB (Federação dos Centros de Cultura Alemã no Brasil), “um homem público identificado com a sua comunidade”, assim como um “líder inconteste” no Rio Grande do Sul, “principalmente das populações de ascendência alemã”. Ainda nas palavras de Mallmann, testemunha dos esforços de Hoffmann em prol do municipalismo, tomou este “medidas concretas, transformadas em lei, em prol do fortalecimento da célula mater da nação” [13].
 “Líder municipalista”, Hoffmann assumiu, desde o princípio de sua vida pública, na expressão de Hugo Hammes, “a bandeira do municipalismo”, uma das diretrizes fundamentais do Partido de Representação Popular (PRP) [14], assim como de toda a Doutrina Integralista. Poucos foram, em verdade, os homens públicos patrícios que fizeram tanto pelo bem dos municípios quanto Hoffmann, tanto no Rio Grande do Sul, como Deputado Estadual e, depois, Secretário do Interior, Desenvolvimento e Obras Públicas, quanto no Brasil como um todo, como Deputado Federal, Ministro do Tribunal de Contas da União e Senador.
 Consoante salientou Antônio Pires, ex-Prefeito de Bagé pelo PRP e ex-Presidente da SUDESUL (Superintendência de Desenvolvimento da Região Sul), foi Hoffmann “um patrimônio pessoal e político de primeira grandeza”, movido por um “permanente otimismo realista, jamais feito de passividade, mas de serena firmeza na ação” e cuja “longa e fecunda vida pública” foi “indesviável da dignidade humana e da constante observância do bem comum, em efetivo amor à família, dedicação à pátria e temor a Deus” [15].
 Hoffmann, que, em sua atuação parlamentar e política, sempre procurou “inspiração no exemplo e no legado desse eminente rio-grandense” que foi Wolfram Metzler [16], sempre considerou que “o único e grande objetivo a perseguir deve ser a grandeza da nação brasileira e o bem-estar de seu povo como um todo” [17].
 Não podemos encerrar a presente homenagem a Alberto Hoffmann sem assinalar que foi este um dos fundadores da Associação Cívico-Cultural Minuano, de que foi também Presidente, e também um dos criadores do Centro de Documentação sobre a Ação Integralista Brasileira e o Partido de Representação Popular (CD-AIB/PRP), que igualmente presidiu.
 A Associação Cívico-Cultural Minuano foi fundada a 15 de setembro de 1957, tendo como objetivo a promoção de atividades cívicas, culturais e recreativas. Sua sede foi, desde o início, colocada à disposição do PRP, logo se havendo tal associação tornado uma espécie de fundação daquela agremiação política [18]. Tal atitude visava resguardar o patrimônio do PRP, tendo em vista que, por serem os partidos políticos instituições de direito público, seus bens passam para o domínio da União quando são extintos,  como ocorrera em 1937, quando Getúlio Vargas implantara a ditadura do Estado Novo, fechando todas as agremiações partidárias então existentes, e ocorreria 1965, com o Ato Institucional nº 2, de 27 de outubro, que igualmente dissolveria todos os partidos políticos. Como assinalaram Hugo Hammes [19] e Alice Campos Moreira [20], o Partido de Representação Popular do Rio Grande do Sul foi, graças à Associação Cívico-Cultural Minuano, o único que conseguiu preservar seu acervo, transferido para a associação, que também contava com considerável acervo da antiga Ação Integralista Brasileira. Após o fechamento do PRP, a Associação Cívico-Cultural Minuano realizou promoções culturais diversas, servindo, ainda, como ponto de encontro dos antigos membros do Partido de Representação Popular e de alguns ex-membros da Ação Integralista Brasileira.
 Em 1995 foi criado, na sede da Associação Cívico-Cultural Minuano, o Centro de Documentação sobre a Ação Integralista Brasileira e o Partido de Representação Popular, entidade de caráter apolítico, voltada à conservação da documentação, assim como à organização e disponibilização desta para a consulta pública. Em maio de 2010, a Associação Cívico-Cultural Minuano doou o Centro de Documentação sobre a Ação Integralista Brasileira e o Partido de Representação Popular ao DELFOS – Espaço de Documentação e Memória Cultural, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Composto por várias dezenas de milhares de documentos como livros, jornais, revistas, boletins, cartas, recortes de jornal, fotografias e CDs contendo depoimentos de diversos políticos de variadas tendências, o referido Centro de Documentação, maior acervo documental de história política de todo o Rio Grande do Sul, passou a ser chamado, por razões técnicas, Acervo Documental AIB/PRP.
 Encerremos esta pequena homenagem a Alberto Hoffmann. Dotado de inata vocação ao Bem Comum Nacional, movido pelo sentimento do dever público e pelo desejo de bem servir o Brasil, colocando os legítimos interesses da Nação e o cumprimento das obrigações cívicas acima dos interesses de ordem pessoal, absorvido, em uma palavra, pelas preocupações do patriotismo, do nacionalismo construtivo e do serviço público, conta-se o mais ilustre dos filhos de Ijuí na lista dos homens de mil do Integralismo, que não fazem, de forma alguma, má figura diante dos homens de mil do Império de que nos falou Oliveira Vianna [21]. Certos de que no outro Mundo encontrará ele a verdadeira e plena felicidade, impossível de ser alcançada nesta vida terrena, mas lamentando sua partida para o Além em virtude de com ela ter ficado o Brasil mais pobre, rogamos a Deus, princípio, fim e medida de todas as coisas, que suscite, na atual geração e nas gerações vindouras, homens da estirpe deste grande ijuiense, rio-grandense e brasileiro.

Por Cristo e pela Nação!


Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo, 07 de março de 2014-LXXXI.

 Notas:
[1] O teuto-brasileiro, in Hugo HAMMES, Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, página não numerada.
[2] Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, p. 31.
[3] Idem, p. 36.
[4] Cumpre sublinhar que o regime democrático representativo sustentado pelo Integralismo e pelo PRP corresponde à Democracia Orgânica, sendo muito diverso do regime liberal pretensamente democrático e representativo.
[5] Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, p. 36.
[6] Idem, p. 42.
[7] A aludida pintura de Guido Mondin foi reproduzida na obra Hoffmann: Êxito e coerência, de Hugo Hammes, já aqui citada, e na qual foi, ademais, transcrito o poema Mate lavado.
[8] Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, p. 44.
[9] Idem, p. 55.
[10] Não havia ainda sido criado, então, o cargo de Vice-Governador, de sorte que era o Presidente da Assembleia Legislativa quem assumia o governo, interinamente, em caso de vacância do Governador.
[11] Herança de Hoffmann, in Hugo HAMMES, Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, pp. 73-75. O trecho citado se encontra à página 74.
[12] Culto aos valores, in Hugo HAMMES, Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, p. 176.
[13] Líder inconteste, in Hugo HAMMES, Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, p. 78.
[14] Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, p. 79.
[15] Otimismo realista, in Hugo HAMMES, Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, p. 98.
[16] Cf. Alberto HOFFMANN, Lembrando Wolfram Metzler, in Hugo HAMMES, Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, pp. 110-111. O trecho aqui citado se encontra à página 110.
[17] Idem, Carta dirigida aos correligionários e amigos quando se preparava a transformação da ARENA em PDS, in Hugo HAMMES, Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, pp. 38-41. O trecho aqui citado se encontra à página 39.
[18] Cf. Alice T. Campos MOREIRA, DELFOS, um espaço construído pela pesquisa, in Letras de Hoje, v. 45, n. 4, Porto Alegre, out./dez. de 2010, pp. 5-10. O trecho aqui referido se encontra à página 7.
[19] Hoffmann: Êxito e coerência, Porto Alegre, EST, 2006, p. 172.
[20] DELFOS, um espaço construído pela pesquisa, in Letras de Hoje, v. 45, n. 4, Porto Alegre, out./dez. de 2010, p. 7.
[21] Instituições políticas brasileiras, Primeiro volume, Fundamentos sociais do Estado (Direito Público e Cultura), 2ª edição, Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora, 1955, pp. 379-404.

Texto publicado no dia 07/03/2014, 11:16:58. Disponível em: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=268
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