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| Jornal da Manhã de Ijuí - 13 de junho de 2026 - Caderno 2, página 7 |
Documentos completos
sábado, 13 de junho de 2026
Série Bairros de Ijuí: 47 anos da criação do Bairro Modelo: uma mini-cidade dentro de Ijuí (1ª parte)
sábado, 16 de agosto de 2025
Há 60 anos município de Ijuí - e em muitas cidades e regiões do Estado - era coberto por uma grande Nevasca!
PRÓXIMA QUARTA-FEIRA, dia 20, COMPLETARÁ 60 ANOS DA GRANDE NEVASCA EM IJUÍ e em muitas cidades do Rio Grande do Sul...
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| Coluna publicada na edição do Jornal da Manhã do dia 16 de agosto de 2025. |
sábado, 14 de junho de 2025
sábado, 7 de junho de 2025
sábado, 15 de março de 2025
segunda-feira, 4 de novembro de 2024
ARCO ÍRIS em IJUÍ - Sinal do amor de Deus por Ijuí - RS!
sábado, 17 de agosto de 2024
Os primeiros e pioneiros na história de Ijuí - Curiosidades - parte 1
Compartilhamos hoje, 17/08/2024, nossa coluna publicada semanalmente no Jornal da Manhã de Ijuí. Em tempos de Olimpíadas pensamos em pesquisar e compartilhar com os amigos(as) quem foram os primeiros/pioneiros nas mais diversas áreas na colonização e desenvolvimento da Colônia de Ijuhy. A lista deverá ser imensa, pois já temos mais de 100 anos.... Não temos nada pronto e precisará ser construída, pesquisada ao longo dos anos, após muitas pesquisas e leituras, mas certamente deverá ser bem interessante e trará uma grande contribuição histórica para nosso município. Abaixo os primeiros fatos e acontecimentos, os primeiros passos, iniciativas empreendedoras de muitas pessoas/famílias para construir uma vida melhor e trazer o desenvolvimento social, econômico, cultural.... para nossa cidade.
sábado, 13 de julho de 2024
Antiga "Casa Dico": ponto comercial e social do IJUHY Colonial! - Parte 2
ANTIGA "CASA DICO" - PONTO COMERCIAL e SOCIAL do IJUHY COLONIAL!
sábado, 13 de abril de 2024
Significado das "inscrições, símbolos e figuras misteriosas" na Praça da República de Ijuí
Compartilhamos a coluna do IJUHY de ANTIGAMENTE no Jornal da Manhã de hoje procurando resgatar um fato curioso e misterioso para quem passa pela Praça da República de Ijuí. Em especial em frente ao palanque oficial, local em que ficam as autoridades, quando de algum momento cívico-militar na rua Benjamin Constant. Ou seja, o que significaria ou estaria escrito naquelas letras ou figuras em alto relevo no murinho de concreto que serve como balcão do palanque oficial?
sexta-feira, 26 de janeiro de 2024
quinta-feira, 25 de janeiro de 2024
quarta-feira, 24 de janeiro de 2024
terça-feira, 23 de janeiro de 2024
segunda-feira, 22 de janeiro de 2024
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
quarta-feira, 17 de janeiro de 2024
quinta-feira, 13 de julho de 2023
O roubo da “Gata Preta" em 1959 - O Carro Oficial do Prefeito! - Parte 3 de 5
Este artigo escrito pelo ex-professor de história da UNIJUÍ, Hilário Barbian, foi publicada inicialmente no Jornal Hora H. Depois reproduzido no dia 14/07/2011, no extinto Portal Ijuí.Com.
Porque o nome "Gata Preta" e seu uso não oficial...
O que desperta curiosidade é a origem do apelido Gata Preta para um carro Mercury, da FORD. Segundo vários entrevistados o apelido deve-se ao fato do carro ter desenhado no painel uma gata preta, cujo desenho deixou de existir em modelos de 1949 em diante. A partir deste desenho é que o automóvel passou a ser tratado por motoristas e mecânicos da garagem municipal por Gata Preta.
A expressão “a
Mercury do Prefeito” simplesmente não pegou e foi ignorada. De motoristas e mecânicos,
o apelido logo estendeu-se ao domínio público e o carro, onde chegava,
imediatamente era identificado como a "Gata Preta". E com este
charmoso apelido passou à história de Ijuí.
A bem da
verdade, o que motoristas e mecânicos definiram apressadamente como “Gata
Preta” era o brasão da Família Ford, representado por uma “Pantera Negra”, cujo
símbolo passou a ser colocado em diversos carros da linha FORD. Do brasão
constituído por uma “Pantera Negra”, os ijuienses fizeram uma leitura criativa
e não tiveram dúvidas em cunhar o carro do Prefeito com o sugestivo nome: a
"Gata Preta".
Em inúmeras
entrevistas realizadas ao longo de mais de um mês de pesquisa, aflorou em
diversas conversas que, além do roubo da Gata Preta, o automóvel foi usado
muitas vezes para conduzir homens ávidos por noitadas de farra, magia, orgasmo
e prazer em diversos prostíbulos de Ijuí e mesmo de cidades da região. Mas os
entrevistados sempre deixaram claro que isso acontecia sem o conhecimento dos
Prefeitos.
PRÓXIMO
CAPÍTULO AMANHÃ: o roubo da "Gata Preta"...
🤔VOCÊ
SABIA QUE:🙃
✳️
O primeiro açougue da cidade foi de Domingos Verdi, que veio aqui morar vindo
de Santo Ângelo.
quarta-feira, 12 de julho de 2023
O roubo da “Gata Preta" em 1959 - O Carro Oficial do Prefeito! - Parte 2 de 5
Este artigo escrito pelo ex-professor de história da UNIJUÍ, Hilário Barbian, foi publicada inicialmente no Jornal Hora H. Depois reproduzido no dia 14/07/2011, no extinto Portal Ijuí.Com.
🤔Quem
era a "Gata Preta"?😿
Em Ijuí era o
carro mais bonito, mais luxuoso e o mais cobiçado por homens de poder e de
dinheiro. Onde quer que chegava,
despertava enormes atenções. E mais ainda quem dele saía, tal o glamour que o
envolvia. Para se ter uma ideia, em todo município houve apenas mais três
Mercury pertencentes a Franklim Thomé da Cruz, Atílio Berno e família Noronha.
O que pertenceu
à Prefeitura serviu aos Prefeitos Ruben Kessler da Silva, Lothar Friedrich,
Beno Orlando Burmann, Eugênio Michaelsen (terminou o mandato de Burmann) e
Walter Müller (que o leiloou em 1965).
A Gata Preta foi
comprada Zero Km por Ruben Kessler da Silva no início da sua administração, em
1952, com a finalidade de servir como carro oficial do Prefeito. A compra
visava levar um alívio financeiro a Leopoldo Hepp, dono da Revenda FORD em
Ijuí, que como Presidente da SOGI - que estava em construção - tinha empenhado
muitos recursos próprios que o levaram a uma situação difícil. Kessler da
Silva, ciente da sua situação, decidiu ajudá-lo com a compra da Gata Preta, já
que o Gabinete precisava de um automóvel.
Embora tendo
sido adquirida em 1952, na condição de Zero Km, a Gata Preta foi fabricada em
1948, nos Estados Unidos. O tempo da demora explica-se em razão das
dificuldades subsequentes à 2ª Guerra Mundial, aliado ao tempo necessário ao
transporte de navio e à importação.
PRÓXIMO
CAPÍTULO AMANHÃ: Porque o nome "Gata Preta" e seu uso não oficial...
🍺
A primeira cervejaria em Ijuí foi instalada pelo comerciante Henrique Kopf, no
início do século 20. Situada na rua 7 de Setembro, esquina com a rua do
Comércio.
Assinatura semestral R$ 35,00 ou ANUAL R$ 60,00. PIX celular: (47) 99786-3115. Agradecemos desde já sua ajuda e apoio ao nosso trabalho.
terça-feira, 11 de julho de 2023
O roubo da "gata preta" em 1959 - O Carro Oficial do Prefeito! - Parte 1 de 5
Este artigo escrito pelo ex-professor de história da UNIJUÍ, Hilário Barbian, foi publicada inicialmente no Jornal Hora H. Depois reproduzido no dia 14/07/2011, no extinto Portal Ijuí.Com.
Por ser uma história um pouco comprida iremos repartir ela em 5 capítulos/dias - em série - para não ficar muito cansativo e mais emocionante.
A Gata Preta é o
carro que está estacionado a direita da foto (dentro do círculo amarelo) e que
foi o veículo oficial dos Prefeitos Ruben Kessler da Silva, Lothar Friedrich,
Beno Orlando Burmann, Eugênio Michaelsen (terminou o mandato de Burmann) e
Walter Müller (que o leiloou em 1965).
Na noite de 27
de fevereiro de 1959, uma sexta-feira, em torno das 23h, quando estava
estacionada na rua do Comércio, em frente a Prefeitura Velha, a 'Gata Preta'
foi roubada misteriosamente, enquanto se realizava uma reunião da direção do
Partido de Representação Popular (PRP) no Stúdio Fotográfico de Alfredo Beck. O
Prefeito era Lothar Friederich, que pertencia ao PRP, e a Gata Preta era seu
carro oficial.
Ao longo da
história de Ijuí não houve nenhum outro carro oficial do Prefeito que fosse tão
conhecido, tão comentado e também tão criticado quanto a Gata Preta.
No final da
década de 1950 e inícios de 1960 não havia munícipe que desconhecia a história
da Gata Preta. Os que nasceram depois de 1960 não tomaram conhecimento de todas
as intrigas, roubos, desavenças e, sobretudo, seu espetacular resgate de uma Província
da Argentina para onde tinha sido levada depois de um duplo roubo.
Já os que têm
mais de 55 anos lembram, às vezes com detalhes, a história que o tempo teima em
não apagar. Simplesmente porque entre 1952 e 1965 – por um período de 13 anos –
a Gata Preta era presença constante, quando não obrigatória, nas conversas
entre funcionários da Prefeitura, políticos e demais pessoas. Principalmente,
depois de fevereiro de 1959, quando foi furtada em pleno centro de Ijuí.
✳️ O primeiro moinho de Ijuí na sede da colônia teria sido de Jacob Runke.


























